Prazeres Mundanos
Curitiba, um celeiro de artistas de inúmeras vertentes, realiza um evento alternativo que está se tornando tradicional, como a "Zombie Walk" e o “Psycho Carnival”.
EM BREVE ENTREVISTAS COM AS BANDAS DO EVENTO, FIQUEM LIGADOS!
O “Curitiba Metal Carnival” 2026.
O evento é realizado no Blood Rock Bar, conhecido por shows de bandas cover, mas que abre seu espaço aos domingos e feriados para som autoral.
Domingo, 15 de Fevereiro de 2026, os trabalhos são iniciados pela banda de Heavy Metal Porttal, encetando o “Baile” com “Marcha da Morte”, uma canção cujo solo expressa uma atmosfera hipnotizante! Destaque para as canções “Fúria do Fogo'' (uma música que contagiou a todos devido a sua energia e riffs harmoniosos) e a saideira “Lua Cheia” (com intervalos entre as guitarras alucinantes).

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Então, Silence Tells Stories toma o controle da festa com seu Metal Alternativo bem elaborado. O que convida todos a vibrarem no recinto.

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Stygian é a terceira atração da noite. Iniciaram seu espetáculo com uma instrumental “Where Evil Dwells” (uma introdução instrumental), seguida da energética “Heavy Metal Load”, que instiga a dançar e celebrar. Destaque ainda para “Unholy Blade” que contem vídeo clipe, melodias e riffs marcantes.

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Em seguida, o Death Metal mais que pesado; do Corrosive Nails, destilando riffs ligeiramente arrastados em algumas passagens, alternando com intervalos caóticos. Além de solos muito bem construídos e concisos. Iniciaram sua apresentação com a “desgracenta” “A call for Annihilation” (que produziu uma catarse intensa neste que lhes escreve!), ainda é preciso destacar faixas como: “Lucifer Fx” (com pitadas que lembram Doom Metal) e “Perpetual Grind” (destruidora no início e atmosférica em pontos cruciais e muito bem encaixados).

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A próxima atracação foi o The Last Sun, com um Death Metal purulento. Iniciaram com “Trial by Fire”, uma obra que remete ao chamado Old School Death, com passagens caóticas. “No god will arrise” não pode deixar de ser citada, versando sobre a fé cega de fiéis em busca de salvação, um som cadenciado e arrastado, com peso e concisão.

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O Leather Wrath iniciou seu New Wave of British Heavy Metal com “Princess of the night” (inclusive com vídeo no Tenda), música contagiante que fez todos pularem. Ainda fizeram uma excelente releitura de “Catch your train” do Scorpions e a saideira “Metal Fist” deixando a todos com vontade de mais.

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Então, o Away From The Sun assume o baile, com seu moderno MetalCore, chegando com “os dois pés no peito” do público com a esmagadora, atmosférica e, em muitos momentos “viajante” (pelo menos, foi o que a lisergia me proporcionou...) “Back the F*ck up”, surpreendendo a todos os desavisados. Ainda com “Rising Sun” instigando a procura por transcendência (Estrela da Manhã), mesmo que isso custe a vida! Além de uma literatura muito bem construída, uma sonoridade que se mescla perfeitamente à proposta da obra. Também a poderosa “Eclipse” canalizando o ódio e a raiva sobre uma concisa linha instrumental.

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A última atração da noite, os já outrora conhecidos de outros projetos de renome; o Mythologyca, manteve o elevado nível de todo o evento. Iniciaram seu Heavy Metal com a obra que nomeia o projeto “Mythologyca”, com vocais criativamente posicionados efetuados com maestria, sobre uma linha instrumental de extrema qualidade. Também devem ser impreterivelmente citadas as faixas: “The Call of the Wild”(que evoca todos a lutarem por Liberdade, da mesma forma, uma célula rítmica incitando Resistência) e “Cacique Guairacá” (versando à respeito da saga de um lendário guerreiro – que nomeia a peça – seus Feitos Heroicos e Ideais. Contendo trechos com melodias inspiradas em obras nativas, executados com instrumentos desse Povo Guerreiro e verdadeiramente brasileiro).

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Texto por: Mike Livorum
Crédito foto: Luiz Felipe
*Supremacia Rock, Portal de Mídia Underground*.