Saudações hellbangers!
Pomerode, 18 de Julho de 2026, abriram-se as portas infernais e o Sombras do Sul chegou instalando o caos sonoro!

Supremacia Rock esteve lá e trouxe um pouco do que foi presenciado por lá... consagrando-se com merecido sold out em um local sensacional, acolhedor e de fácil acesso. A estrutura impecável da produção garantiu uma imersão total desde o Manga Camping até o agito do Manga Rock Bar (local exato do ritual).
O público, que incluiu excursões vindas de Curitiba e Balneário Camboriú, entre outras cidades, deu-se um show de energia e pôde aproveitar diversas interações, como o pessoal da arquearia, estúdio de tattoo e lojas com camisas e merch oficial do evento.
Além das atratividades proporcionadas pela organização do evento, acertividade extrema na escolha dos chopp's e food truck para recarregar as energias, o clima putrefático preparou perfeitamente o terreno para o que realmente importava: as 9 hordas que subiram ao palco arregaçando tudo e fazendo história nesas primeira histórica do Sombras do Sul...
A partir de agora, vocês entrarão em um epitáfio de manifestação emergendo do ritual profano, confira abaixo nossa visão do Sombras do Sul!
Umbrae Meridiei
Oculto

A banda Oculto inicia o evento com o seu som ríspido, direto, praticamente um petardo na face de todos.
A Arte do grupo transpôs para este plano: forças ancestrais, primitivas e repletas de profanação, além de gritos de blasfêmia ritualísticos. A sonoridade é crua e caótica! Pura Desgraça!
O power trio, da década de 90, realizou um excelente espetáculo, que arrebatou a todos no recinto.
Meroth

Dando sequência ao certame, a Meroth mescla atmosferas soturnas, com riffs e andamentos velozes.
Através dos títulos de algumas peças, como: “Earth's Purest Silence”, “Ancient Bloody Hill” entre outras; infere-se que a temática vai além da convencional.
Adicionando elementos abstratos e conceitos sombrios, através de espaços bucólicos.
Apesar de seus membros já terem algum tempo de estrada como artistas, grupo é relativamente novo, pois teve sua estreia este ano. Porém, com uma sonoridade já bem concisa.
Luciferiano

O Luciferiano fez jus ao nome, carregando o brilho das chamas do mais profundo inferno.
A horda possui mais de duas décadas de existência, sendo muito bem conceituada na cena.
A harmonia em suas obras tem uma pegada mais voltada ao Black Metal tradicional, com: Riffs cortantes, “metrancas” (percussão) e vocais berrados.
Blasfêmia Sarcástica, Evocação ao Anjo da Luz dentre outras são as principais características em sua Literatura. “A Face do Cão” explicita muito oportunamente as supracitadas características.
Alocer

O tido como Cavaleiro da Astronomia e das Artes surge com uma introdução atmosférica, seguida da potente “Triumph of Evil”. O Alocer compõe obras inspiradas nos primórdios do gênero, no entanto com uma evidente singularidade, visto que, há trechos em que e a guitarra também evoca harmonias também nostálgicas.
Um exemplo prático é a peça intitulada “Alocer Empire”. Nuances essas, que corroboram para a já mencionada sonoridade única.
Accubitorium

No Sombras... Teve subgêneros para todos os gostos. A Accubitorium possui um som mais cadenciado, com passagens que remetem ao Thrash, intercalando com outras mais aceleradas.
Suas letras também fogem ao comum, pois versam também à respeito de (parafraseando a própria banda): difundir o sonoro culto à morte e a suas mitologias.
A canção “Sangrando em uma Estaca” expressa com magnitude: necromancia, Satanismo e anticristianismo.
Purnima

O grupo vai mais que além do comum ou convencional que se possa conceber. Eles ultrapassam o musical, através do visual com evocações e incorporações de elementos ritualísticos de diferentes culturas, explorando cânticos, simbolismos e atmosferas; inspirados em tradições ancestrais, nórdicas, celtas e em outras ao redor do mundo, o que torna seu manifesto mais vívido, expressivo e concreto.
Ademais, fazendo uso de instrumentos indianos, tais como: o harmonium e o tambor xamânico, tornando mais que singular a experiência de quem presencia.
Sua sonoridade possui passagens do Black Metal mesclado com harmonias que remetem à música indiana. As letras acompanham o instrumental, carregadas de espiritualidade e evocação, como em “Kali Chant” e “Vakrarunda Mantra” (em alusão ao Senhor Ganesha). Ainda há uma peça homônima à banda “Purnima” (Lua Cheia).
O espetáculo desses artistas é algo que deve ser testemunhado, para que a catarse se dê por completa.
Spiritual Hate

Desde 2007, em ininterrupta atividade, o Spiritual Hate inicia o show com uma faixa de seu último lançamento de titulo homônimo (titulo esse no idioma latino, um aspecto já utilizado anteriormente por outros grandes nomes do nicho): a Blasfema "Malvm Perpetvm”, que assevera a excelente qualidade artística, presente em suas obras desde sua encetadura.
O grupo faz um Brutal Death Metal composto e executado de forma primorosa. Além de mesclar passagens rápidas e cadenciadas, harmoniza Riffs, os quais a [in]consciência humana interpreta como o Puro suco do Ódio.
Os artistas ainda tocaram canção de álbuns anteriores como: “Hærectvm”, que reforça seu posicionamento diante de pseudofilosofias ou falsos dogmas, como as religiões judaico cristãs.
O conjunto também fez uma homenagem a um ícone do Metal Extremo Mundial, os mineiros do Sarcófago, a clássica “I. N. R. I. Além de revistarem uma antiga conhecida do público, a impactante “Awaiting fucking jesus”(uma das preferidas desse lhes narra), cujo refrão Impactante e mais que Marcante, foi cantada em plenos pulmões pela plateia.
Infernal Atröz

Como já mencionado, o Sombras do Sul, predominantemente Black Metal, mesclou os mais diversos estilos ao gênero. A penúltima atração da noite é genuína e Infernal Crueldade, como a própria alcunha expressa... O Infernal Atröz traz um som com uma pegada Thrash (não somente no instrumental, mas também nos vocais, com alguns trechos com aqueles falsetes inspirados em artistas do gênero), letras em português (que versam sobre Matança, Sanguinolência, Satanismo e afins), além de muita energia na performance ao vivo.
Obras como: “A Noite da Caçada”, “Eles desejam a Morte” e a homônima à banda,“Infernal Atröz” explicitam brilhantemente a referida temática.
Diabolical Funeral

Fechando o rolê em grande estilo, a Diabolical Funeral vem com um Black Metal. Em suas composições há uma sonoridade desgracenta! Sente-se ódio, blasfêmia, profanação e difusão da filosofia Satânica. Mesclando riffs potentes, cortantes com uma percussão que varia de modo genial entre passagens com andamentos rápidos e cadenciados, porém sem alusão ao Doom Metal. Uma combinação perfeita com letras (em português) diretas e magnanimamente construídas.
Nota-se em “Ritual Diabólico” uma narrativa fiel a práticas de Goetia, na qual o evocado manifesta sua Poderosa Presença. Em “A Igreja de Satanás”, são explicitadas a hipocrisia inerente ao cristianismo, as ações vingativas para combater a obediência cega de seus servos e a Sincrética Liberdade do Satanismo.
A horda está em atividade desde 2009, mantendo sua ideologia e agressividade (musical) intactas, sempre inovando sua Arte.
Confira mais sobre o evento acesse o LINK!

Equipe oficial Sombras do Sul 2026: Supremacia Rock
Redação por: Michael (Mike Poeta) - Siga-o e Bruno Lacerda - siga-nos
Fotos por: Luiz Felipe - Siga-o
E-mail: imprensa.supremaciarock@gmail.com
Contato: +5541988152067
*Supremacia Rock, Portal De Mídia Underground*